• Sidney Santos

“Hapeleptic Overtrove” por Behold the Arctopus, Technical Progressive Metal dos Estados Unidos!

BELLOW ENGLISH:


Alguém mais está cansado de quão dolorosamente lento o metal evoluiu recentemente em comparação com a rapidez com que as inovações ocorreram no final do século passado? pense em quão drásticas e surpreendentes foram as mudanças nos 5 anos entre 1988 e 1993, contra o quão estagnado o metal ficou entre 2015 e 2020, em Hapeleptic Overtrove, “Behold the Arctopus” mostra o maior respeito pelo verdadeiro espírito do metal extremo, um mundo musical que deve desafiar o público a ouvir e pensar sobre as coisas de novas maneiras, enquanto se deleita em mistério, surpresa e excesso que é simultaneamente barroco e primitivo.

Lançado em 12 de junho de 2020 os músicos Colin Marston (guitarra Warr) e Mike Lerner (guitarra) são acompanhados pelo baterista Jason Bauers (anteriormente da Psyopus), que trouxe sua experiência com a percussão clássica para a mesa, permitindo que a bateria se tornasse outra voz melódica, em vez de apenas uma esqueleto métrico. Para as novas composições, inspirou-se na configuração não tradicional do baterista de jazz livre do inglês Tony Oxley e na música de percussão dos compositores do século XX, Iannis Xenakis, Edgard Varese e Elliott Carter. O kit de bateria do novo álbum remove a constante lavagem estática do metal extremo, excluindo todos os chimbais, colisões e pratos, substituindo-os por almglocken, prancha de madeira, tubo de metal, pilhas quebradas e campainhas. As baquetas são substituídas por marretas e, mais importante, a função da bateria não é mais tocar "batidas". Em vez disso, a bateria assume um papel mais semelhante ao das guitarras, resultando em um som mais próximo da música de câmara do que do próprio rock.

Ouça e tire suas conclusões:


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ENGLISH:

Is anyone else tired of how painfully slow metal has evolved recently compared to how quickly innovations occurred at the end of the last century? think about how drastic and surprising changes were in the 5 years between 1988 and 1993, versus how stagnant metal between 2015 - 2020 has been. on Hapeleptic Overtrove, Behold the Arctopus shows the utmost respect for the true spirit of extreme metal: a musical world that should challenge the audience to listen to and think about things in new ways, while reveling in mystery, surprise and excess which is simultaneously baroque and primitive.

Released June 12, 2020

Colin Marston (Warr guitar) and Mike Lerner (guitar guitar) are joined by drummer Jason Bauers (previously of Psyopus), who has brought his experience with classical percussion to the table, allowing the drums to become another melodic voice, rather than just a metric skeleton. For the new compositions, inspiration was drawn from the non-traditional setup of English free jazz drummer Tony Oxley, and the percussion music of 20th century composers Iannis Xenakis, Edgard Varese, and Elliott Carter. The drum kit for the new album removes extreme metal's constant harsh static wash by deleting all hi-hats, crashes, and ride cymbals, replacing them with almglocken, wooden plank, metal pipe, broken stacks, and bell/chimes. Sticks are replaced by mallets, and, more importantly, the function of the drums is no longer to play "beats." Instead the drums take on a role more similar to the guitars, resulting in a sound closer to chamber music than rock.

Listen and draw your conclusions:


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Coletivo La Migra | São Paulo/Brasil

coletivolamigra@gmail.com

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